Como a Steward decide.

A decisão mais importante não é qual investimento vai subir, e sim quanto do seu patrimônio pode ficar exposto a risco sem comprometer os seus objetivos. Para chegar a esse número, a Steward considera os seus compromissos, as datas em que o dinheiro será necessário, a sua renda e o que acontece com a carteira em diferentes cenários de mercado. Há uma variável que não pode ser conhecida com precisão: quanto o mercado vai render no futuro. O método trata essa incerteza como incerteza, em vez de transformá-la em previsão.

Em síntese

A maioria começa perguntando qual investimento vai subir. A Steward começa por outra pergunta: quanto do seu patrimônio pode ficar exposto a perdas sem colocar seus planos em risco.

Por isso, a carteira começa pela sua vida, não por uma previsão de mercado. Os compromissos com data, como a escola dos filhos, a compra de uma casa ou a aposentadoria, entram primeiro na conta. Quanto mais próxima a data, maior a parte que precisa estar protegida em um ativo livre de risco casado com aquele compromisso. Uma reserva de resgate imediato permite atravessar períodos ruins sem precisar vender investimentos na baixa. O restante pode permanecer investido no longo prazo, de forma diversificada, para crescer.

A parte mais importante é decidir quanto do patrimônio pode ficar exposto ao mercado. Essa parcela precisa permitir que o patrimônio cresça o suficiente para alcançar seus objetivos, sem tornar esses mesmos objetivos vulneráveis a uma perda grande.

Os dois erros têm custos diferentes. Assumir risco de menos pode fazer o patrimônio crescer menos do que precisa. Assumir risco demais pode causar perdas difíceis de recuperar. Quem perde 50% precisa ganhar 100% apenas para voltar ao ponto de partida.

Para encontrar a parcela ideal, seria preciso saber quanto o mercado vai render no futuro. Esse número não pode ser conhecido com precisão.

A Steward leva essa incerteza para a conta. O método combina os seus compromissos, as suas datas e a sua renda com uma faixa conservadora de cenários de mercado para calcular um limite de exposição. O seu perfil pode reduzir a exposição dentro desse limite, nunca aumentá-la acima dele.

A metodologia é a mesma, mas o resultado é individual. Cada carteira nasce dos dados de cada cliente, e cada recomendação vem acompanhada do cálculo que a gerou.

Na prática, cada parte da sua carteira tem uma função clara. O que precisa estar protegido fica protegido. O que pode crescer no longo prazo é distribuído entre muitos investimentos, evitando concentrações desnecessárias e taxas que reduzem o seu retorno ao longo do tempo.

Cada decisão vem acompanhada do motivo e do cálculo por trás dela. Se o patrimônio não for suficiente para alcançar um objetivo com um nível de risco adequado, a resposta nunca é aumentar o risco para fazer a conta fechar. A Steward mostra o que pode ser ajustado: poupar mais, adiar o prazo ou rever a meta.

A Steward recomenda, explica e acompanha. A decisão final continua sendo sua.

Até aqui, o resumo. A partir daqui, mostramos como o método funciona por dentro: como seus objetivos e suas datas se transformam em uma carteira, como a Steward calcula quanto pode ficar em risco e por que essa conta não depende de prever o mercado.

Mostramos a conta porque quem confia o patrimônio a um método deve poder entender como cada decisão foi tomada. Na Steward, o cálculo pode ser acompanhado linha a linha, e toda recomendação vem com a justificativa por escrito. Continue a leitura.

Como a Steward desenha a sua carteira.

A Steward não começa pela alocação. Começa pelo que você vai precisar pagar e quando. A carteira se organiza em três partes.

  • Primeiro, o que tem data

    Cada compromisso entra na conta desde o início. Para cada data, a Steward calcula quanto já precisa estar protegido em um ativo livre de risco casado com aquele compromisso. O que vence perto fica protegido. Para compromissos que ainda estão distantes, não é preciso travar todo o dinheiro desde já. Uma parte pode continuar na carteira de crescimento enquanto houver prazo e folga para atravessar um período adverso. À medida que a data se aproxima, uma parcela maior é transferida para o ativo livre de risco correspondente. Quanto mais próximo o compromisso, menor a dependência da oscilação do mercado. Quando a despesa sobe com a inflação, o ativo usado para protegê-la também é corrigido pela inflação.

  • Depois, o que atravessa um período ruim

    Uma reserva fica disponível para as despesas essenciais durante períodos em que não seria conveniente vender investimentos. Ela fica em aplicação de resgate imediato e é dimensionada em meses da sua despesa essencial. Quanto mais variável for a sua renda, maior essa reserva. A função dessa parcela não é crescer no longo prazo. É evitar que uma necessidade de caixa obrigue você a vender a carteira de crescimento depois de uma queda.

  • Por fim, o que pode crescer

    Depois de separar o que já precisa estar protegido e a reserva para atravessar períodos ruins, o restante pode permanecer na carteira de crescimento. Isso pode incluir parte do dinheiro destinado a compromissos ainda distantes, enquanto houver prazo suficiente para suportar oscilações. Essa parcela é distribuída entre muitos investimentos, com taxas de gestão e administração baixas ou inexistentes. A Steward não precisa adivinhar a ação certa nem o gestor certo. Cada investimento só entra se melhora a carteira como um todo.

Quanto pode ficar exposto ao mercado

Organizar o dinheiro nessas três partes ainda deixa uma pergunta: quanto da carteira de crescimento pode ficar exposto ao mercado?

  • O limite

    A Steward testa a carteira em uma faixa inteira de cenários e calcula um limite compatível com os seus compromissos, as suas datas e a sua renda.

  • O seu perfil

    Depois entra o seu perfil. Quanto mais conservador ele for, mais adverso é o cenário usado para definir onde a carteira fica dentro desse limite. O perfil pode reduzir a exposição. Nunca pode levá-la acima do limite calculado. Assumir menos risco que o ideal custa algum crescimento. Assumir risco demais pode destruir patrimônio.

A metodologia é a mesma, mas a carteira é individual. Ela nasce de quando você vai precisar do dinheiro, de quanto já tem, da sua renda e de quanta oscilação aguenta. A Steward recomenda e acompanha. A palavra final de cada passo é sua.

Por que dedicar tanta atenção ao tamanho da exposição, em vez de começar escolhendo investimentos? Um jogo de moeda mostra o motivo.

O jogo em que a média ganha e a maioria perde.

Imagine cem pessoas numa sala, cada uma com R$ 100. Cada pessoa joga uma moeda vinte vezes seguidas e, em cada jogada, aposta tudo o que tem naquele momento. Se der cara, o valor apostado cresce 70%. Quem apostou R$ 100 fica com R$ 170. Se der coroa, cai 50%. Os R$ 100 viram R$ 50. Ninguém zera, porque cada coroa tira metade do que restou. Antes da primeira jogada, parece um ótimo jogo. Ganhar 70% na metade das vezes e perder 50% na outra metade dá, na média, +10% por jogada. Agora veja o que acontece ao longo das vinte rodadas.

  • Rodada 1

    Metade da sala tirou cara e está com R$ 170. A outra metade tirou coroa e está com R$ 50.

  • Rodada 2

    Na segunda rodada aparecem três resultados. Um quarto tirou cara duas vezes e está com R$ 289. Outro quarto tirou coroa duas vezes e está com R$ 25. A metade que tirou uma cara e uma coroa está com R$ 85, não importa a ordem. Os R$ 170 caíram pela metade, ou os R$ 50 subiram 70%. Uma vitória e uma derrota já transformaram R$ 100 em R$ 85. A média da sala é R$ 121, como a conta previa. Mas ela está sendo puxada pelos poucos que chegaram a R$ 289. O resultado mais comum ficou abaixo dos R$ 100 iniciais.

  • Depois de 20 rodadas

    Ao fim das vinte jogadas, o resultado individual mais provável é metade cara e metade coroa: dez de cada. Cada par de cara e coroa, em qualquer ordem, transforma R$ 100 em R$ 85. Vinte jogadas são dez desses pares. Os R$ 100 viram R$ 85, depois R$ 72, depois R$ 61, e assim por diante, até sobrar menos de R$ 20. Isso equivale a perder 7,8% em cada uma das vinte jogadas. Em média, apenas uma pessoa em quatro termina acima dos R$ 100. Para isso, precisa tirar cara doze vezes ou mais. Três em cada quatro terminam mais pobres do que começaram.

  • E a média?

    Se somarmos o dinheiro das cem pessoas e dividirmos por cem, a média continua alta, como a conta previa. Mas ela é puxada por um pequeno grupo que tirou cara quase toda vez e acumulou valores muito maiores que os demais. A média resume o resultado da sala inteira. Cada pessoa vive apenas a própria sequência.

  • Apostando só 28%

    Agora repetimos a simulação com uma única mudança. A moeda é a mesma e continuam sendo vinte jogadas. Mas cada pessoa aposta apenas 28,57% do que tem em cada rodada. Na primeira, são R$ 28,57. Nas seguintes, continua apostando a mesma fração do saldo daquele momento. O restante fica guardado, sem ganhar nem perder. Desta vez, quem tira dez caras e dez coroas termina com R$ 132. Em média, quase seis em cada dez pessoas terminam acima dos R$ 100 iniciais. O jogo não mudou. Mudou o tamanho da aposta. Não basta o investimento ser bom na média: o quanto você coloca nele também muda o resultado.

Comece a rolar
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Exemplo clássico, de um artigo de John Kelly, de 1956.

Se o tamanho da aposta muda tanto o resultado, qual é o tamanho certo?

No jogo, existe um valor certo para apostar.

É possível apostar de 0% a 100% do que se tem em cada jogada. Uma dessas frações faz o dinheiro crescer mais rápido do que qualquer outra. Nesse jogo, são cerca de 28%. Esse número sai dos dois resultados possíveis da moeda. O ponto importante é que os custos de errar para cima e para baixo não são iguais.

  • Por que perder pesa mais

    Quem perde 50% precisa ganhar 100% só para voltar aos R$ 100. Quem perde 70% precisa ganhar 233%. Quanto maior a queda, maior precisa ser a alta para recuperar o que foi perdido.

  • Abaixo de 28%

    O dinheiro cresce mais devagar. Quanto mais distante do ponto ideal, maior o crescimento que se deixa pelo caminho.

  • Acima de 28%

    O crescimento também piora. Quanto maior o excesso de risco, pior o resultado. Se a aposta ficar grande demais, o patrimônio passa a encolher.

Conta de calculadora, com os números do mesmo jogo: cara ganha 70%, coroa perde 50%.

Apostar um pouco menos que o ideal custa algum crescimento. Apostar quase nada por décadas custa muito. Apostar demais pode destruir o patrimônio. O objetivo não é eliminar o risco. É encontrar um tamanho adequado. No jogo, sabemos qual é. No mercado, aparece outro problema.

No mercado, o valor certo depende de um número que ninguém consegue medir.

No jogo da moeda, todos conheciam a regra: +70% ou -50%. Os 28% saíram desses dois números. No mercado, essa regra não existe: ninguém sabe antecipadamente quanto será o ganho ou a perda.

  • O que se tenta medir

    Para saber quanto deixar exposto ao mercado, é preciso estimar quanto ele paga, em média, por ano, acima do que rende um investimento sem risco. Vamos chamar esse número de ganho do mercado. Ele não pode ser observado antecipadamente. Só pode ser estimado a partir do passado.

  • Com 25 anos de dados

    Pegue 25 anos de história da bolsa e calcule esse ganho médio. A estimativa vem com uma margem de erro muito grande: tipicamente 60% do próprio número, para mais ou para menos. Se a conta disser que o mercado paga 5% ao ano acima do investimento sem risco, o número verdadeiro pode ser 2% ou 8%. Essa incerteza também afeta o tamanho ideal da parcela em risco. Ele pode ser a metade ou o dobro.

  • Para errar pouco

    Usar dados diários não resolve o problema. O que reduz o erro é ter mais anos de história, não mais observações dentro do mesmo período. Para o erro cair a 1 ponto, seriam necessários 225 anos de dados de um mercado que se comportasse da mesma forma durante todo esse tempo. Ninguém tem 225 anos de história comparável. E o mercado muda de comportamento muito antes disso.

  • A única exceção

    O ativo livre de risco é a exceção: um título público com vencimento e taxa definidos na compra. Se você o leva até o vencimento, sabe desde o primeiro dia quanto vai receber. Se vender antes, o preço pode oscilar. É por isso que esses ativos são casados com as datas dos compromissos. Quando a despesa também sobe com a inflação, o ativo usado para protegê-la recebe correção pela inflação. Nem sempre existe um título que vence exatamente na data necessária. Nesses casos, a conta deixa folga e considera que a taxa disponível quando for preciso recompor pode ser pior do que a de hoje. É o único caso em que o retorno no vencimento não depende de uma estimativa sobre o mercado.

  • Por que não deixar tudo lá

    Porque proteger um compromisso e fazer o patrimônio crescer são problemas diferentes. O dinheiro que precisa estar protegido em determinada data é casado com essa data. O restante ainda precisa financiar objetivos que estão mais longe. Deixar todo o patrimônio protegido por décadas também tem um custo: ele pode não crescer o suficiente para alcançar esses objetivos.

Premissas didáticas: um mercado que num ano comum varia uns 15% para cima ou para baixo e rende 5% a mais do que um investimento sem risco. A conta do erro vem de Merton, R. C., "On Estimating the Expected Return on the Market", Journal of Financial Economics, 1980.

Por isso, a Steward não tenta acertar o retorno futuro do mercado. Ela considera a incerteza na própria conta, protege primeiro o que precisa estar protegido e limita a exposição do restante.

O que isso muda na sua carteira.

  • Você sabe para que serve cada parte

    Cada real da sua carteira tem uma função. Uma parcela é destinada aos compromissos com data e vai sendo protegida à medida que essas datas se aproximam. Outra fica em aplicação de resgate imediato, dimensionada em meses da sua despesa essencial. Quem tem renda mais variável mantém uma reserva maior. O restante pode ficar exposto ao mercado para crescer no longo prazo, dentro do limite calculado. Assim, uma necessidade de caixa não obriga você a vender a carteira de crescimento depois de uma queda.

  • Você não paga caro para tentar prever vencedores

    A Steward não monta a carteira em torno de produtos que cobram caro para tentar escolher a próxima ação vencedora ou acertar a hora de entrar no mercado. O dinheiro é distribuído entre muitos investimentos, com atenção ao que cada taxa retira do retorno ao longo do tempo. A diferença parece pequena, mas se acumula. Se um investimento cobra 2 pontos percentuais por ano a mais que outro igual, em vinte anos você fica com um terço a menos.

  • Você sabe por que cada recomendação existe

    Toda recomendação vem com a justificativa e o cálculo por escrito, para você ler antes de decidir. A Steward recomenda, explica e acompanha. A palavra final é sua.

  • O risco não muda por impulso

    O limite da parcela exposta é calculado a partir do seu plano e dos cenários considerados pelo método. Um ano bom, uma notícia animadora ou uma opinião sobre o mercado não aumentam esse limite. Quando a carteira precisa ser ajustada, a Steward usa primeiro os aportes novos, sempre que possível, em vez de vender o que já está investido e gerar imposto sem necessidade.

Em uma frase: proteja primeiro o que não pode perder, deixe em risco só o que pode suportar perdas, diversifique muito, pague pouco e não tente prever vencedores.

Por que a Steward não depende de escolher vencedores.

Boa parte da complexidade vendida em investimentos existe para tentar responder três perguntas: qual ação vai vencer, qual gestor vai acertar e quando entrar ou sair do mercado. A Steward não constrói a carteira em torno dessas previsões.

Isso não significa evitar complexidade. Ela existe onde é necessária: no cálculo do risco, no casamento dos compromissos com as datas e na diversificação da carteira. O que a Steward não faz é acrescentar complexidade para tentar transformar uma previsão em certeza.

Quem vende a ação certa, o gestor certo ou um sistema que prevê o mercado está vendendo uma resposta que ninguém conhece de antemão: quem vai vencer e quanto o mercado vai render.

  • A ação certa

    Um estudo acompanhou todas as ações da bolsa americana, do dia em que entraram até o dia em que saíram. Cerca de 4% delas explicam todo o ganho que a bolsa entregou além da renda fixa mais simples. As demais, somadas, não acrescentaram nada. Isso significa que a maior parte do resultado do mercado veio de um grupo muito pequeno de ações. Quem escolhe poucas empresas precisa acertar justamente esse grupo. Quem distribui o dinheiro pelo mercado leva essas vencedoras junto com as demais. Nem os profissionais escapam. Nos Estados Unidos, em quinze anos, 90% dos fundos que escolhem ações de grandes empresas renderam menos do que o próprio índice.

  • O gestor certo

    No Brasil, em dez anos, 91% dos fundos da categoria ações Brasil renderam menos do que o índice de referência da categoria, já descontadas as taxas. Na maioria dos casos, o resultado da escolha não compensou o que foi cobrado por ela.

  • O sistema certo

    Um sistema que promete prever o mercado depende justamente da informação que ninguém conhece com precisão: quanto o mercado vai render no futuro. A conta da Steward é explicável linha a linha.

Fontes: Bessembinder, H., "Do Stocks Outperform Treasury Bills?", Journal of Financial Economics, 2018 (dados dos Estados Unidos); S&P Dow Jones Indices, SPIVA Latin America Year-End 2025 e SPIVA U.S. Year-End 2025 (dados até 31/12/2025).

A forma de remuneração importa por outro motivo. Quem é pago pelo produto que recomenda tem incentivo para vender esse produto. A Steward é paga por você, e só por você.

Perguntas e respostas

A Steward usa um modelo, sim, e mostra em cada recomendação o que foi considerado e por quê. A diferença está no que o modelo não tenta fazer. Ele não tenta prever quanto o mercado vai render nem qual ação vai subir. Ele calcula quanto do seu patrimônio pode ficar exposto a risco dentro do seu plano.

A metodologia é a mesma, mas os dados são seus: quando você vai precisar do dinheiro, quanto já tem, como é a sua renda e quanta oscilação aguenta ver. Com essas informações, a Steward desenha a carteira recomendada e escreve a justificativa de cada escolha, para você ler antes de decidir.

O dinheiro continua nas suas contas, nos seus bancos e corretoras. A Steward acessa as informações pelo Open Finance em modo somente leitura (veja Conexões), recomenda, explica e acompanha. Depois de ler a recomendação, você decide e confirma a ordem na sua própria corretora.

Depende dos seus números. A Steward calcula um limite de exposição compatível com os seus compromissos, as suas datas, a sua renda e os cenários considerados pelo método. Dentro desse limite, o seu perfil pode reduzir a exposição. Nunca aumentá-la acima dele. O número aparece na análise feita para você porque depende da sua situação, não de uma alocação genérica publicada no site.

Uma queda assim afeta a parte exposta ao mercado, mas a exposição foi dimensionada com folga para atravessar períodos adversos. Os compromissos mais próximos já estão protegidos em ativos livres de risco casados com as datas em que o dinheiro será necessário. Os compromissos mais distantes vão sendo protegidos à medida que essas datas se aproximam. A reserva de resgate imediato evita que uma necessidade de caixa obrigue você a vender a carteira de crescimento na baixa. A Steward também não muda o risco no susto. Sempre que possível, os ajustes são feitos primeiro com os aportes novos.

Não. A Steward é paga por você, e só por você. Nenhum banco, gestor ou produto paga para ser recomendado. Quanto custa está em Preço.

A CVM, a Comissão de Valores Mobiliários. A Steward é uma consultoria de valores mobiliários sob a Resolução CVM 19. Os fundadores são consultores registrados na CVM e possuem as certificações CGA, de gestão de recursos da ANBIMA, e CQF, Certificate in Quantitative Finance, em finanças quantitativas. Nesse regime, a consultoria é paga pelo cliente, e não pelos produtos.

Quando existe motivo para mudar. Uma notícia ou um movimento de mercado, por si só, não altera a carteira. Quando é preciso corrigir a rota, a Steward usa primeiro o dinheiro novo que você deposita, sempre que possível, em vez de vender o que já está investido e gerar imposto sem necessidade.

Para montar a sua análise, faltam os dados que só você tem: quando vai precisar do dinheiro, quanto já juntou, como é a sua renda e quanta oscilação aguenta ver. A Steward faz a análise, apresenta a recomendação e acompanha. Você decide se aceita cada passo.

Comece pelo diagnóstico.

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